Desporto

‘Não dou moral de plástico’

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Iniciou a carreira de futebolista nos infantis do União de Lamas e, a partir daí correu para conquistar
um estatuto no futebol. Chegou a representar os juvenis e juniores do FC Porto depois de uma passagem
pelo Feirense, passou por clubes como o Rio Ave, Gil Vicente e Belenenses e terminou a carreira no Ginásio de Tavira, aos 29 anos, porque foi trabalhar para o Algarve. O treinador do União de Lamas chegou ao topo com a conquista do Campeonato Mundial de sub- 20, em Lisboa. Luís Miguel Martins está desde o final da época passada no comando técnico do União de Lamas e sonha devolver ao clube o estatuto que já chegou a ter quando participou na Liga de Honra. O treinador desvendou alguns segredos ao “Terras Notícias”, revelando que é amigo dos seus jogadores, mas que não “dá palmadinhas nas costas” quando alguém erra o que treinou durante a semana.

 

Depois de uma carreira com um título mundial como jogador e da experiência acumulada enquanto jogador, como se define como treinador? Como é lidar com o Luís Miguel?
A minha maneira de ser é a mesma como quando era jogador. Fui capitão de equipa durante
vários anos e talvez viam em mim aspectos de liderança. Era muito emotivo e fervia em pouca água e como treinador julgo que sou igual. Em termos de pensar o futebol só comecei a aperceber-me
da realidade quando comecei a instruir-me, lendo livros. Agora queria voltar a ter 18 anos e saber
o que sei hoje do futebol. Percebo muito mais o jogo porque a experiência é importante. Certos
treinadores diziam-me coisas que eu não entendia muito bem e hoje sei por que razão me falavam em
determinados aspectos.