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Família de refugiados vive em Souto e procura trabalho para não depender da comunidade

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Há famílias de refugiados a viverem em território feirense e uma está sob a alçada da Câmara Municipal. Um casal iraquiano chegou a Souto em Novembro do ano passado, acompanhado pelos filhos, de quatro e seis anos. Até meados de Abril vão ter aulas intensivas de português. Depois irão entrar no mercado de trabalho.

 

A rotina é a mesma todos os dias. De manhã preparam os meninos para a escola e depois seguem de autocarro para o INATEL, onde estão a frequentar um curso de português. Regressam a casa, almoçam. À tarde, por volta das 15h30 é hora de ir buscar os filhos à escola. O dia-a-dia deste casal iraquiano, que fugiu à guerra da sua terra natal, é tão simples como a vida pacata de Souto. O homem anda na casa dos 30 anos. A mulher é mais nova, terá vinte e poucos. Os filhos, dois meninos, têm quatro e seis anos e estão a frequentar a pré-primária de Souto. “São uma família como as outras” – descreve Cristina Ribeiro, técnica superior de serviço social, ao serviço da Câmara, que tem acompanhado todo o processo de integração da família de refugiados.